Clinicar Psicologia On-line Agendar conversa
Psicoterapia online e presencial · Porto Alegre

Um espaço para se entender de verdade — não apenas se sentir melhor por um tempo

Atendimento clínico sério, com escuta qualificada e abordagem integrativa. Para adultos que já sabem que querem terapia e buscam o profissional certo.

Respondido pela própria psicóloga · Sem formulários

Angela Cauduro de Castro — Psicóloga e Psicanalista
+20 anos de experiência clínica
CRP 07/08008 · Cadastrada no E-psi
Especialista em Psicologia Hospitalar
Aprovada pelo CFP para atendimento online

Cada pessoa precisa de uma escuta diferente

Angela trabalha com uma abordagem integrativa — sem se prender a uma única corrente. Entenda as principais e veja com qual você mais se identifica.

Psicanálise
Profundidade · Autoconhecimento

A psicanálise trabalha com aquilo que está além do que conseguimos ver claramente — os padrões que se repetem na vida, os bloqueios que não entendemos, as emoções que surgem sem explicação aparente. É um processo de longo prazo que vai à raiz, não apenas ao sintoma.

Quem tende a se identificar
Padrões que se repetem Dificuldades nos relacionamentos Desejo de autoconhecimento profundo Sensação de vazio ou falta de sentido
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Terapia Cognitivo-Comportamental
TCC · Objetiva · Focada em sintomas

A TCC trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. É uma abordagem mais estruturada, com foco em objetivos específicos e resultados observáveis. Muito eficaz para ansiedade, depressão, fobias e questões que têm impacto direto no dia a dia.

Quem tende a se identificar
Ansiedade e ataques de pânico Depressão Fobias e medos específicos Quer resultados objetivos Dificuldade em lidar com estresse
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Psicoterapia de Orientação Analítica
Abordagem integrativa · Processo contínuo

Combina a profundidade da psicanálise com uma escuta mais ativa e presente. Trabalha a história do paciente, seus vínculos e conflitos internos — mas dentro de um enquadre mais flexível. É a abordagem preferida de Angela para a maioria dos processos clínicos.

Quem tende a se identificar
Conflitos emocionais recorrentes Transições de vida difíceis Luto e perdas Quer processo com profundidade e ritmo
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Psicologia da Saúde
Corpo e mente · Especialidade hospitalar

Angela tem especialização e mais de 13 anos de atuação em psicologia hospitalar, com foco em cardiologia. Sua experiência inclui suporte a pacientes com doenças crônicas, pré e pós-operatório, adaptação ao adoecimento, cuidadores e familiares. Uma área raramente encontrada em psicólogos de consultório.

Quem tende a se identificar
Diagnóstico de doença crônica Pré ou pós-cirurgia Cuidadores de pessoas adoecidas Familiares de pessoas adoecidas Impacto emocional de problemas de saúde
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Não sabe qual abordagem faz mais sentido?

Na primeira sessão Angela avalia e define o melhor caminho junto com você.

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Angela Cauduro de Castro
Angela Cauduro de Castro
CRP 07/08008 · Psicóloga e Psicanalista

Uma clínica com experiência e método

Angela Cauduro de Castro é psicóloga pela PUC/RS com mais de 20 anos de experiência clínica. Sua formação integra psicanálise, TCC e psicologia da saúde — uma combinação rara que permite compreender o paciente em profundidade, sem se prender a uma única lente teórica.

Atuou por 13 anos como psicóloga hospitalar na Santa Casa de Porto Alegre, coordenando o serviço de psicologia e supervisionando residentes — uma experiência que poucos profissionais têm: lidar com sofrimento real, em contextos de alta pressão, onde a escuta precisa ser ao mesmo tempo precisa e humana.

No consultório, cada processo é construído a partir do que o paciente traz, do seu ritmo e dos seus objetivos. O atendimento não é genérico.

Psicóloga pela PUC/RS
Especialista em Psicologia Hospitalar (CRP)
Especialização em Psicoterapia Psicanalítica
Especialização em TCC · Instituto WP
Formação em Neurociências na Prática Clínica
Preceptora do Programa de Residência (REMIS) · Santa Casa POA
Coordenadora de Simpósios de Psicologia em Cardiologia · SOCERGS / SBC
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Três passos, sem burocracia

1

Você entra em contato

Diretamente pelo WhatsApp com Angela. Sem triagem, sem robô, sem formulário de espera.

2

Sessão de avaliação inicial

50 minutos pelo Google Meet. Angela escuta o que você está vivendo e juntos definem o melhor caminho — abordagem, frequência e objetivos.

3

Processo terapêutico

Atendimento continuado, com ritmo definido conforme a sua necessidade. Online para todo o Brasil ou presencial em Porto Alegre.

Conteúdo escrito por Angela

Textos sobre saúde mental, psicoterapia e bem-estar emocional — com a mesma profundidade do consultório.

Tecnologia & Saúde Angela Cauduro de Castro · Psicóloga
A era digital e um universo de possibilidades

O Brasil tem mais de um smartphone por habitante. Mas o que essa revolução digital significa para o cuidado com a saúde mental?

Já se tornou uma cena comum: você anda na rua e se depara não com uma, mas com inúmeras pessoas com o celular na mão, olhando fixamente para a tela e interagindo pela ponta dos dedos. Se identificou? Não é para menos. Afinal, o Brasil, que tem a sexta maior população do mundo, contabilizou 230 milhões de celulares conectados no ano de 2019, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Isso representa mais de um smartphone ativo por habitante!

Os motivos para esse cenário são simples de se observar. Quase metade dos brasileiros, 47%, têm smartphones há mais de 5 anos. E nos últimos tempos, a oferta de serviços online, por meio de sites e aplicativos, disparou e caiu de vez no gosto da população. Para além das redes sociais e dos apps de conversa, as possibilidades tornaram-se infinitas. Transporte, mercado, banco, restaurantes, serviços domésticos, farmácias, cursos, lojas diversas e até serviços públicos como emissão de documentos podem ser feitos pelo celular ou computador.

Essa revolução digital representa uma importante mudança na maneira como as pessoas se relacionam, como consomem, e ainda na forma como criam vínculos com prestadores de serviços. Se com apenas alguns toques você pode chamar um carro para te levar a determinado destino, a comodidade torna-se um hábito. Os serviços automatizados e estruturados a partir de etapas simples e intuitivas ampliaram o alcance das plataformas digitais, afastando das pessoas o receio de não saber manusear determinado aplicativo. Em última instância, a tecnologia serve para isso: facilitar a rotina e aproximar pessoas.

Uma pandemia digital

Desde 2020, com o início da pandemia de Covid-19, a presença digital das pessoas explodiu ainda mais. Com a necessidade de distanciamento, os aplicativos tornaram-se a base para garantir que diversas relações pudessem se manter, tanto pessoais quanto profissionais e até médicas. No segundo trimestre do ano passado, o tempo investido mensalmente em aplicativos móveis cresceu 40% comparado com o ano anterior, superando 200 bilhões de horas. Segundo dados da App Annie, o usuário médio gasta individualmente 4 horas e 20 minutos do seu dia em smartphones.

Tecnologia sem idade

Mais do que se popularizar, as tecnologias romperam barreiras etárias. Conforme a pesquisa Painel TIC Covid-19, 89% dos usuários de internet acima de 60 anos conversaram por chamada de voz ou de vídeo durante a pandemia. Outros 84% usaram redes sociais. E 77% dessas pessoas fizeram consultas, pagamentos e transações financeiras de forma online — em 2019, esse número era de apenas 40%.

E para cuidar da saúde?

Assim como as tantas esferas da vida que precisam de suporte e de serviços descomplicados apoiados na tecnologia, a saúde também precisa estar ao alcance de todos. A psicoterapia é mais um serviço apto a participar dessa revolução digital. E é esse o objetivo da Clinicar: oferecer a você uma opção de fácil acesso, mas com toda a segurança e respaldo técnico que esse serviço demanda. Com a plataforma, você pode realizar uma consulta com psicoterapeuta no conforto da sua casa, da forma que lhe for mais conveniente.

Quero começar meu processo →

WOLF, Giovana. Uso de apps e serviços digitais por idosos é impulsionado na pandemia. Terra.

BUTCHER, Isabel. Pandemia aumenta em 40% o tempo que usuários passam em smartphones. Mobile Time.

D'ANGELO, Pedro. Mercado de apps no Brasil: pesquisa sobre consumo e uso de aplicativos. Opinion Box.

Transtornos Paula Di Leone · Angela Cauduro de Castro
Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): um problema real

Desatenção, agitação, impulsividade. Quando essas sensações são extremamente frequentes, pode se tratar de TDAH — e tem tratamento.

Desatenção, agitação, esquecimento, distração, inquietude, impulsividade. Caso essas sensações sejam extremamente frequentes na sua rotina, provocando impacto na sua forma de se relacionar com os demais, fique atento, pois pode se tratar de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

O TDAH é um distúrbio neurobiológico crônico reconhecido pela OMS e pela comunidade científica mundial, que se manifesta ainda na infância, mas pode perdurar por toda a vida caso não seja tratado. É o transtorno mais comum entre crianças e adolescentes no mundo todo, afetando de 3 a 5% dessa população. Na prática, provoca dificuldades na fase escolar, prejudicando o desenvolvimento intelectual e o relacionamento com amigos, professores e familiares.

Como funciona o TDAH?

Acredita-se que o TDAH se desenvolve por meio de uma combinação de fatores biológicos, hereditários e ambientais. No cérebro, forma-se a partir de uma alteração na região frontal orbital e nas suas conexões com as demais partes desse órgão — região que regula a capacidade de prestar atenção, o autocontrole, a organização e a memória. Quando os neurotransmissores ali presentes (principalmente dopamina e noradrenalina) não conseguem passar as informações aos neurônios plenamente, o resultado é um indivíduo com tendência ao descontrole, agitação e desatenção extremas.

Como reconhecer?

O transtorno pode se manifestar de diferentes formas e graus. Por vezes, afeta de modo mais sutil — com dificuldades para se concentrar ou realizar tarefas. Em outros casos, predominam a hiperatividade e a impulsividade: a pessoa fala muito, não consegue ficar parada, é impaciente, age sem pensar. Na fase adulta, cerca de 75% dos indivíduos com TDAH estão mais propensos a desenvolver outros transtornos associados, como ansiedade, depressão, distúrbios de sono ou uso de drogas.

Como tratar?

A psicoterapia é o principal instrumento para o tratamento de TDAH, pois baseia-se no autoconhecimento e possibilita encontrar estratégias de adaptação à rotina. A terapia cognitivo-comportamental tem se mostrado uma das vertentes mais eficientes nesses casos, já que trabalha os processos mentais baseada no momento presente, propondo métodos práticos para aprimorar as relações e superar as dificuldades. Para essas pessoas, algumas atividades simples podem ser verdadeiros desafios — por isso, empatia e busca por ajuda especializada são fundamentais.

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Desenvolvimento Paula Di Leone · Angela Cauduro de Castro
Maternidade: a base de tudo

A mãe é o primeiro contato social de qualquer ser humano. O que acontece nessa relação molda quem nos tornamos — para o resto da vida.

O que há de mais belo na primeira infância é também o que há de mais delicado e frágil. Afinal, nossos primeiros dias e meses de vida são também nosso momento de maior vulnerabilidade no mundo. Por ser o primeiro ser vivo que vemos e sentimos quando chegamos ao mundo, a mãe é também o primeiro contato social deste indivíduo que ainda vai se formar, desenvolver a própria personalidade e a própria psique.

A relação mãe e filho é tão intensa e profunda que a forma como se dá a dinâmica entre esses dois pode acarretar todo tipo de desfecho na vida adulta deste filho. É na primeira infância que os níveis de traumas, inseguranças, percepções, relações, medos e desejos começam a ser moldados. Para o psicanalista D. W. Winnicott, o adulto saudável é fruto de uma infância onde puderam ser construídos os alicerces da sua saúde psíquica.

Nascimento biológico x psicológico

Para a psiquiatra Margaret Mahler, o nascimento biológico não coincide com o psicológico. Entre o primeiro e o quarto mês de vida, o bebê se sente tão unido à mãe que é como se ambos fossem um só. É na etapa seguinte que começa o processo de diferenciação: aos poucos, quando a criança passa a perceber os estímulos do mundo externo, ela também começa a se entender como parte desse universo — dando o primeiro passo para a independência psíquica.

Ansiedade de separação

Quando a criança avança em direção à autonomia, a condução materna torna-se ainda mais importante. É necessário estabelecer uma relação em que a criança se sinta confiante sobre a constância da mãe, além de uma rede de apoio psicológico que mostre que existem outras pessoas de confiança para cuidar dela — o pai, avós, cuidadores, professores —, explicitando que mesmo que a mãe se ausente, ela sempre retorna.

Uma mãe suficiente

Conforme Winnicott, a "mãe suficientemente boa" aceita genuinamente as expressões do bebê e não lhe impõe o que pensa ser o certo, permitindo ao filho ter experiências nas quais ele é sempre sujeito e protagonista. É também aquela que expõe ao filho que ele não é o centro do universo, mas que precisa inserir-se nele para, no futuro, ser um cidadão que contribua com a sociedade.

Apoio da psicoterapia

Tornar-se mãe é um processo que surge a partir do nascimento do primeiro filho. Ao mesmo tempo em que traz alegrias, também pode gerar medos e inseguranças oriundos de uma condição desconhecida que exige grande responsabilidade. A psicoterapia pode ajudar mães ou futuras mães a pensar a respeito dessa nova condição, proporcionando serenidade para o exercício da maternidade. Com um olhar diferenciado, o profissional contribui para tornar o processo mais tranquilo e consciente.

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MACHADO, Paulo Emanuel. A mãe suficientemente boa. Psicologias do Brasil.

GRASSANO, Tania. Ansiedade de Separação. Bee Family.

RIBEIRO, Anna; CAROPRESO, Fatima. A teoria de Margaret Mahler sobre o desenvolvimento psíquico precoce normal. Psicol. rev.

Saúde Mental Paula Di Leone · Angela Cauduro de Castro
Depressão: um inimigo silencioso

300 milhões de pessoas no mundo sofrem com a depressão. Entenda o que é, como reconhecer e como tratar — sem rodeios.

No mundo contemporâneo, há quem diga que a depressão é o mal do século. A Organização Pan-Americana de Saúde estima que, em todo o planeta, cerca de 300 milhões de pessoas sofram com a doença — e que pelo menos 5% dos homens e 10% das mulheres ainda vão passar por um episódio depressivo em algum momento de suas vidas. Tão comum quanto séria, essa doença é também a maior causa de incapacidade no mundo.

Mas afinal, o que é depressão?

É uma doença provocada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos que pode atingir qualquer pessoa, em diferentes fases da vida. Por apresentar caráter incapacitante, faz surgir no indivíduo sentimentos de tristeza e angústia constantes, perda de autoestima, sensação de culpa e desinteresse pela vida. Atividades que antes geravam prazer passam a perder seu sentido.

Como sei se estou deprimido?

Para além do sentimento de tristeza constante, o corpo sofre alterações importantes: mudanças nos padrões de sono, fome, desejo sexual, concentração e memória. A mente de uma pessoa depressiva é constantemente "invadida" por pensamentos mórbidos. Pode apresentar ainda apatia, sentimentos de vazio, falta de vontade de viver e de realizar tarefas básicas como levantar-se da cama.

Mas como diferenciar depressão de tristeza?

A tristeza é um sentimento que, como tantos outros, faz parte da vida e sempre passa. A depressão é um transtorno — não é passageira, mas permanece como "uma sombra" constante, impossibilitando a pessoa de perceber o mundo sem ela. Quando essa sensação se instala por longos períodos, de maneira intensa, e a capacidade de reagir a ela parece não existir, possivelmente trata-se do transtorno depressivo.

Como lidar com a depressão?

O primeiro passo é compreender a necessidade de ajuda e procurar acompanhamento de um psicoterapeuta. Diversos estudos apontam que a Terapia Cognitivo-comportamental é uma das abordagens mais efetivas no tratamento, seja para transtornos de nível leve, moderado ou grave. A psicoterapia de Orientação Analítica também é muito efetiva, pois acessa o inconsciente e toma a depressão como um sintoma do sofrimento psíquico, resgatando a interioridade e o sentido da história do sujeito.

E se alguém querido estiver com a doença?

O mais importante é demonstrar apoio, sem julgamentos. Troque os conselhos pela escuta. Mostrar-se interessado, compreensivo e disposto a ouvir são formas de não piorar um quadro que já é delicado. Para alguém em depressão, sugestões práticas podem ser interpretadas como cobranças — e se a pessoa não conseguir cumpri-las, se sentirá ainda mais incapaz. Mostrar que ela não precisa lidar com esse sofrimento sozinha, e que merece receber ajuda, é fundamental.

Falar com Angela sobre isso →

POWELL, Vania Bitencourt et al. Terapia cognitivo-comportamental da depressão. Rev. Bras. Psiquiatr., 2008.

CUSTÓDIO, Gabriela. Sintomas de ansiedade e depressão aumentam na pandemia. O Povo, 2020.

Autoestima Paula Di Leone · Angela Cauduro de Castro
E aí, vamos conversar um pouco sobre autoestima?

Quando você se olha no espelho, o que vê? Essa simples reflexão pode revelar muito sobre sua relação consigo mesmo.

Quando você se olha no espelho, o que vê? Que sentimentos a imagem ali refletida desperta em você? Essa simples reflexão pode ajudar a compreender o funcionamento da autoestima, aspecto tão central na vida das pessoas e por vezes tão renegado.

A autoestima é a capacidade de reconhecer o próprio valor, competência e adequação. Ela é formada por um conjunto de sentimentos e pensamentos sobre si mesmo, e sua base se forma ainda na infância: no momento em que somos reconhecidos pelos outros, conseguimos reconhecer a nós mesmos e entender o espaço que ocupamos no mundo.

Se conhecer para se amar

Em geral, a autoestima não é inerente ao ser humano, mas é algo que precisa ser construído dia após dia. Para conseguir tornar-se quem se é e ser fiel à própria essência, é preciso se comprometer a uma jornada de autoconhecimento. Quando você compreende melhor quais são suas necessidades, gostos, medos e sonhos, fica mais fácil cultivar o amor por si mesmo. Ao conhecer minuciosamente suas características, reconhecendo suas qualidades e aceitando seus defeitos, você percebe que a integração de ambos é o que compõe o seu jeito de ser.

Como cultivar a autoestima

Conheça a si mesmo: explore suas qualidades para valorizá-las e reconheça suas dificuldades para melhorá-las.

Fortaleça a rede interpessoal: fazer amigos, se relacionar e se divertir é fonte de sentimentos bons e de pertencimento.

Não se compare: ninguém é igual, melhor ou pior do que o outro. Entenda as diferenças entre as pessoas para aceitar sua evolução com mais gentileza.

Ame-se: lembre-se do seu valor, sua importância no mundo. Aceite, cuide e ame o seu corpo.

Para além dessas práticas, há casos em que construir autoestima é um caminho com muitos obstáculos, sendo difícil ultrapassá-los sem ajuda de um psicólogo. Se você se identifica com isso e quer sentir-se melhor consigo mesmo, a psicoterapia pode te auxiliar.

Falar com Angela sobre isso →

HANNS, Luiz. Autoimagem e autoestima. YouTube.

CALLIGARIS, Contardo. O genoma e a auto-estima da espécie. Folha Ilustrada.

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